Mulheres neurodivergentes e o diagnóstico tardio: como o modelo clínico ignorou uma geração inteira Durante décadas, os critérios diagnósticos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e do TDAH foram construídos com base em estudos realizados majoritariamente com meninos. Como consequência, milhares de mulheres cresceram sem diagnóstico, sendo frequentemente rotuladas como “sensíveis demais”, “desorganizadas”, “dramáticas” ou “intensas”, quando, na verdade, eram neurodivergen