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Congresso Sesc de Educação
há 9 horas4 min de leitura
Publicações de Especialistas


Congresso Sesc de Educação
há 9 horas


Congresso Sesc de Educação reúne especialistas em Florianópolis para discutir inclusão, saúde mental e pertencimento na aprendizagem
De 19 a 21 de agosto, palestras e painéis apresentam perspectivas sobre acessibilidade, educação anticapacitista, diversidade e acolhimento nos espaços de aprendizagem Com o tema “Educar para todos, reconhecer cada um”, o Congresso Sesc de Educação propõe uma jornada de reflexões sobre os caminhos para uma formação mais inclusiva, diversa e humana. A programação reúne especialistas de diferentes áreas do conhecimento para abordar temas como acessibilidade, educação anticapaci
Congresso Sesc de Educação
há 9 horas4 min de leitura


Além das limitações: quatro histórias de superação que transformam vidas
Reconheço o privilégio que é lecionar no curso de Psicologia. Da sala de aula, tenho a oportunidade ímpar de acompanhar trajetórias de superação que renovam constantemente minha fé no potencial humano. Entre tantas vivências marcantes, destaco quatro histórias de alunos e ex-alunos que enfrentaram seus obstáculos com altivez e hoje inspiram todos ao seu redor. A primeira é a de um aluno que perdeu a visão aos oito anos. Adulto, trabalhador e apaixonado pela Psicologia, ele nu

Andréa Fidelis
há 9 horas2 min de leitura


Camila Canguçu: a jornada de uma psicóloga e mãe especializada no tratamento do autismo e em saúde mental
Doutora em psicologia por universidade americana, professora tem filho com autismo e supervisiona Programa de Atenção ao Transtorno do Espectro Autista (PRATEA) da Unicamp São Paulo, agosto de 2026 - A ciência e a maternidade andam juntas na trajetória da paulista Camila Canguçu, doutora em psicologia pela universidade americana Medaille College e supervisora do Programa de Atenção ao Transtorno do Espectro do Autismo (PRATEA) da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual

Camila Canguçu
há 10 horas3 min de leitura


Pedro, de 12 anos, e Tiago, de 7 anos, são dois irmãos diagnosticados com Distrofia Muscular de Cinturas tipo 2C (LGMD2C), uma doença genética rara e progressiva
Pedro, de 12 anos, e Tiago, de 7 anos, são dois irmãos diagnosticados com Distrofia Muscular de Cinturas tipo 2C (LGMD2C), uma doença genética rara e progressiva que enfraquece os músculos ao longo do tempo, comprometendo movimentos simples como correr e brincar e podendo também afetar funções vitais, como o coração e o pulmão. Atualmente, ainda não existe uma medicação aprovada mundialmente capaz de tratar a doença. Porém, surgiu uma esperança: os meninos têm a possibilidade
fabiula Albuquerque Fleming
há 10 horas1 min de leitura


6 livros para entender a neurodivergência na infância
Entre relatos e ciência, os títulos ajudam crianças e adultos a compreenderem mais sobre autismo, TDAH e outras condições, como TOD, desde os primeiros anos de vida A infância é um período decisivo para a construção da autoestima e do vínculo familiar, e para crianças neurodivergentes esse processo pode vir acompanhado de desafios específicos, que exigem atenção redobrada de pais, educadores e terapeutas – e muito acolhimento. A literatura pode ser utilizada como ferramenta v
Bárbara Azalim
há 11 horas4 min de leitura


Nem toda força faz barulho
Luti Christóforo – Psicólogo Clínico Vivemos em uma sociedade que costuma admirar a força que aparece. Aplaudimos quem vence, quem supera, quem conquista, quem sorri diante das dificuldades. Gostamos das histórias de superação quando elas terminam em vitória, porque elas nos dão a sensação de que toda dor precisa necessariamente produzir um grande resultado. Mas existe uma força que quase nunca recebe aplausos. É a força de quem continua. De quem acorda em uma manhã difícil e

Luti Christóforo
há 5 dias3 min de leitura


O dom de ser "inadequada": Como transformei o autismo em hiperfoco para criar uma empresa 100% PCD
Por Sueli Parisi Meu nome é Sueli Parisi. Sou mulher, tenho 59 anos, e passei grande parte da minha jornada tentando entender o porquê de eu não me encaixar. Minha infância foi difícil. Sempre fui muito mais inteligente que a média, mas não me adequava a nenhum segmento escolar. Eu olhava para as pessoas da minha idade e me sentia diferente; não gostava de conviver com elas, pois sempre me pareciam ter prioridades diferentes das minhas. Meus pais tinham condições financeiras,

Sueli Parisi
há 5 dias4 min de leitura


Como auxiliar um aluno autista no vestibular
Preparação para provas concorridas exige estratégias individualizadas, atenção à rotina e respeito às necessidades de cada estudante Ao longo dos anos preparando estudantes para alguns dos vestibulares mais concorridos do país, aprendi que não existe uma única forma correta de estudar. Essa percepção se torna ainda mais importante quando acompanhamos um aluno autista, porque a preparação precisa considerar suas características, necessidades e formas de aprendizagem. O primeir

Carol Braga
há 5 dias2 min de leitura


Por que a identificação da superdotação em mulheres costuma acontecer mais tarde?
Psicólogo Damião Silva explica como estereótipos, expectativas sociais e diferentes formas de manifestação do potencial podem contribuir para a subidentificação de meninas e mulheres superdotadas Quando falamos sobre superdotação, ainda persiste um imaginário bastante restrito: o de que a pessoa superdotada necessariamente apresenta desempenho acadêmico excepcional, alta produtividade ou alguma habilidade extraordinária facilmente reconhecível. Esse estereótipo pode dificulta

Damião Silva
há 5 dias3 min de leitura


Quando descobri o autismo, descobri também uma nova forma de olhar para o outro
O diagnóstico tardio de autismo me fez revisitar a própria história e compreender experiências que, durante anos, pareciam não ter explicação. Hoje, transformo parte dessas vivências em ações de solidariedade para pessoas em situação de rua e em defesa da neurodiversidade Por Heitor Werneck Durante muitos anos, eu não entendia por que algumas situações que pareciam simples para outras pessoas eram tão difíceis para mim. Na infância, fui chamado de difícil, birrento, estranho.

Heitor Werneck
12 de ago.3 min de leitura
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