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Luti Christóforo
há 3 dias3 min de leitura
Publicações de Especialistas


Luti Christóforo
há 3 dias


Quando o excesso de empatia se transforma em sofrimento
por Luti Christóforo - Psicólogo Empatia é uma das qualidades mais valorizadas nas relações humanas. A capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender emoções e de oferecer acolhimento é fundamental para a construção de vínculos saudáveis. No entanto, quando essa empatia se torna excessiva e não encontra limites, ela pode deixar de ser um recurso e se transformar em fonte de sofrimento. Muitas pessoas neurodivergentes vivenciam o mundo emocional com grande intensid

Luti Christóforo
há 3 dias3 min de leitura


Escola e família no mesmo caminho: o papel da comunicação no desenvolvimento de crianças neurodivergentes
Por Dra. Janaina Mourão, especialista em Educação e diretora pedagógica do IntraAct Brasil Todo professor reconhece que muitas crianças, embora plenamente capazes de aprender, enfrentam dificuldades no processo de aprendizagem devido a questões emocionais. No caso de crianças neurodivergentes, essa relação torna-se ainda mais evidente, uma vez que desafios socioemocionais e cognitivos frequentemente se entrelaçam de forma mais intensa. A neurociência tem contribuído significa

Janaina Mourão
há 3 dias3 min de leitura


O futuro do trabalho já é neurodiverso. A pergunta é: as empresas perceberam isso?
Por Anna Clara Miccoli Teixeira Por muito tempo, quando falávamos sobre diversidade nas empresas, o foco estava principalmente em gênero, cultura e diferentes trajetórias de vida. Mas existe um tipo de diversidade que ainda aparece pouco nas conversas, mesmo já estando presente em muitas equipes: a forma como as pessoas pensam, se comunicam e entendem o mundo. Trabalhando diretamente com crianças e adolescentes autistas, algo se tornou cada vez mais óbvio para mim: essas pess

Anna Clara Miccoli Teixeira
há 4 dias2 min de leitura


O que o RH ainda não entendeu sobre neurodivergência nas empresas
Por que insistir em um único modelo de comportamento pode estar afastando talentos e limitando a inovação Eu ainda vejo, com muita frequência, empresas operando a partir de uma ideia silenciosa, mas extremamente poderosa: a de que existe um jeito certo de funcionar. Um jeito certo de se comunicar, de participar de reuniões, de reagir sob pressão, de se posicionar. Tudo o que foge desse padrão, cedo ou tarde, começa a ser interpretado como dificuldade. Foi justamente ao observ

Anastacia Cristina Macuco Brum Barbosa
há 5 dias3 min de leitura


Neurodivergência não é déficit e desafia modelos tradicionais de RH nas empresas
Da teoria à prática, estudos mostram que compreender a neurodivergência como diferença, e não déficit, exige revisão de processos, cultura e gestão nas organizações Apesar do avanço das pautas de diversidade e inclusão no ambiente corporativo, a neurodivergência ainda é amplamente interpretada sob uma ótica limitada nas empresas brasileiras. Mais do que uma questão de inclusão, o tema exige uma revisão profunda de conceitos, especialmente por parte das áreas de Recursos Human
ABRH-SP
há 6 dias3 min de leitura


O RH precisa entender sobre neurodivergência e ainda não entende
por Sirlene Ferreira A pauta da diversidade avançou nas empresas nos últimos anos, mas ainda há um ponto sensível pouco compreendido na prática corporativa: a neurodivergência. Embora o tema comece a ganhar espaço em discursos institucionais, a realidade mostra que muitos setores de Recursos Humanos ainda não estão preparados para lidar com profissionais que apresentam formas diferentes de pensar, sentir e se relacionar com o trabalho. Quando falamos em neurodivergência, es

Sirlene Ferreira
23 de abr.3 min de leitura


Comunicação entre escola e família ainda é um dos principais desafios na inclusão de crianças neurodivergentes
por Sirlene Ferreira A relação entre escola e família exerce um papel determinante no desenvolvimento de crianças neurodivergentes. No entanto, essa comunicação, que deveria ser uma ponte de apoio e alinhamento, ainda apresenta falhas importantes que impactam diretamente o processo de aprendizagem, socialização e bem-estar dessas crianças. Na prática clínica e educacional, é comum observar desencontros de expectativas, ruídos na comunicação e, em muitos casos, a ausência de

Sirlene Ferreira
23 de abr.3 min de leitura


Quando escola e família falam línguas diferentes, quem perde é a criança
Por Isabella Saes A inclusão de crianças neurodivergentes no Brasil avançou em muitos aspectos, mas ainda esbarra em um ponto sensível e, muitas vezes, invisível: a comunicação entre escola e família. Não é raro ver situações em que ambos os lados compartilham o mesmo objetivo: o desenvolvimento da criança, mas se posicionam como se estivessem em lados opostos. Os números ajudam a dimensionar esse cenário. Dados recentes do IBGE indicam que cerca de 2,4 milhões de brasileiros

Isabella Saes
23 de abr.4 min de leitura


A culpa de não conseguir funcionar como os outros
por Luti Christóforo - Psicólogo Existe uma culpa silenciosa que acompanha muitas pessoas neurodivergentes. Não é uma culpa por algo que fizeram, mas por aquilo que acreditam não conseguir fazer como deveriam. É a sensação constante de estar aquém, de não dar conta, de não acompanhar o ritmo dos outros. Uma autocrítica que se instala de forma sutil e vai moldando a forma como a pessoa se enxerga. Desde cedo, o mundo apresenta um padrão de funcionamento considerado adequado. O

Luti Christóforo
23 de abr.3 min de leitura


Entre vínculos e acolhimento: o papel da teoria do apego e das redes de apoio na vivência da neurodivergência
Falar sobre neurodivergência na infância é, inevitavelmente, falar sobre relações. Antes de qualquer diagnóstico, laudo ou intervenção, existe uma criança em desenvolvimento que está tentando compreender o mundo e, principalmente, se sentir segura dentro dele. É nesse ponto que a teoria do apego se torna uma lente fundamental para ampliarmos o olhar. A teoria do apego nos convida a compreender que não é apenas o que acontece com a criança que importa, mas como ela vivencia es

Natália Aguilar
16 de abr.3 min de leitura
Neurodiversidade
Diagnóstico e Apoio
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