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O Brasil precisa medir o desenvolvimento cognitivo de estudantes neurodivergentes, não apenas contar matrículas
Por Carlos Moreira, Sócio Fundador da Cognvox e Fabiana Moreira, Diretora Científica da Cognvox A presença de estudantes neurodivergentes nas salas de aula brasileiras já não é exceção. O próprio Censo Escolar ajuda a dimensionar essa transformação: cerca de 2,5 milhões de matrículas estão registradas na educação especial, e a maior parte desses alunos hoje frequenta classes comuns. Trata-se de um movimento relevante, que indica uma mudança concreta na forma como o país passo
há 22 horas
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